O suporte técnico da medicina veterinária de desastres na força-tarefa das enchentes no estado do Espírito Santo

Introdução

Por definição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), pertencente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, os desastres naturais são a soma de eventos e perigos naturais que geram um fenômeno natural extremo e intenso sobre determinado sistema social, ocasionando inúmeros danos e prejuízos aos afetados, que, incapacitados temporária ou permanentemente de conviver com tal impacto, precisarão de auxílio e de recursos externos 1.

Os desastres naturais de diferentes naturezas sempre fizeram parte da história da humanidade, afetando a vida de inúmeras pessoas. A frequência desses eventos e a intensidade da destruição que provocam vem gerando impactos negativos cada vez mais graves nos que se encontram nas áreas afetadas. A evolução negativa das características desses fenômenos é o resultado da combinação de uma série de fatores naturais e sociais de uma determinada população. Quase que em sua totalidade, essas comunidades são alocadas em regiões constantemente afetadas sem que disponham de uma real capacidade de prevenir e/ou reduzir potenciais riscos e danos. Ademais, vale ressaltar que as intervenções maciças do homem na natureza desequilibram os ecossistemas, colaborando ainda mais para o agravamento dos fenômenos destrutivos dos diferentes tipos de desastres naturais 2,3.

Tais fenômenos naturais indesejáveis afetam de forma direta e indireta diferentes ecossistemas, gerando um grande desequilíbrio de fauna e flora e desencadeando grandes distúrbios nos mais diversos segmentos de uma sociedade. Percebe-se hoje que os reflexos negativos oriundos dos desastres naturais são muito mais extensos, afetando potencialmente com maior gravidade e intensidade a saúde animal, humana e ambiental.

Nos últimos anos, em decorrência de grandes e frequentes tragédias acontecidas em nosso país, assim como do advento das pesquisas nas áreas de bem-estar animal, saúde única e medicina veterinária do coletivo, a medicina veterinária de desastres vem ganhando destaque, visando o suporte técnico médico-veterinário aos animais acometidos nos mais variados cenários de desastres naturais ou não naturais 4-6.

Desastres naturais e suas classificações

Os desastres naturais são classificados primariamente quanto a sua natureza, intensidade e evolução, e também quanto aos prejuízos causados. Cada item tem uma série de subgrupos a enquadrar diante das circunstâncias apresentadas 1.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), a natureza dos desastres pode ser classificada em quatro grupos:

I) desastres geológicos ou geofísicos, que de modo geral resultam de terremotos, erosões e deslizamentos associados a processos geofísicos;

II) desastres meteorológicos, caracterizados de modo geral por tempestades que envolvam descargas elétricas (raios), vendavais, ciclones e/ou tornados;

III) desastres hidrológicos, que englobam enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos associados ao acúmulo excessivo de água no solo;

IV) desastres climáticos, em consequência de forte seca que pode gerar queimadas e incêndios florestais, bem como de variações bruscas e intensas da temperatura 7.

Desastres hidrometeorológicos

Os desastres hidrometeorológicos que causam alagamentos, enchentes, inundações e enxurradas são os mais frequentes em nosso país e também em diversas regiões do mundo, com altos índices de morbidade e mortalidade para indivíduos humanos e animais. Os impactos em decorrência desses fenômenos são devastadores para todas as classes sociais; no entanto, com maior frequência acometem a população mais carente, geralmente localizada em regiões mais vulneráveis 8,9.

Diversos são os fatores causadores de desastres hidrometeorológicos, de causas naturais a condições desfavoráveis ocasionadas pela ação e atividade humanas. As ocorrências naturais podem ou não estar ligadas de modo indireto a algumas ações do homem; no entanto, destacam-se principalmente as mudanças climáticas bruscas em decorrência do aquecimento global, que culminam com chuvas fortes, intensas e duradouras em determinadas localidades. Devido à construção em larga escala de barragens e hidrelétricas, à realização de desmatamentos e ao descarte impróprio de lixo, os seres humanos fomentam de forma negativa as condições ideais para desastres não naturais envolvendo grandes volumes de água 9.

As consequências geradas à integridade e à saúde da população humana e animal pelos desastres dessa natureza alcançam níveis preocupantes, provocando, em grande parte dos casos, deficiência no abastecimento de água, bem como nos serviços de captação e tratamento de esgoto, além da contaminação química e biológica do solo, da água e dos alimentos, facilitando a disseminação de uma série de enfermidades que podem acometer seres humanos e animais. Outro fator importante que não deve ser esquecido são as mudanças causadas nos ciclos ecológicos de vetores, reservatórios e hospedeiros, que expõem os seres humanos a doenças graves e de fácil disseminação 9

O médico-veterinário que atua no resgate técnico de animais durante desastres dessa natureza deve ser altamente capacitado e treinado para tal, uma vez que o salvamento nessas circunstâncias pode ser muito mais complicado do que o resgate de um ser humano. Algumas das dificuldades encontradas durante uma operação de resgate de animais em locais atingidos pela água consistem na instabilidade do local – que oferece inúmeros perigos –, assim como nos desafios proporcionados pela condição clínica e emocional desses animais – que, em grande parte dos casos, permanecem ilhados, assustados, com fome e com frio, além de correrem perigo de afogamento –, demandando resgate imediato e rápido. De fato, em qualquer uma dessas circunstâncias, o nível de estresse é muito alto, e a comunicação entre homem e animal será muito dificultosa, exigindo grandes habilidades do médico-veterinário no que diz respeito ao comportamento animal. Vale lembrar que nessas situações os animais estão prontos para agir instintivamente, visando sua própria proteção, podendo constituir uma ameaça à equipe de profissionais que tentam realizar o resgate. O conhecimento teórico e prático do comportamento animal, o treinamento exaustivo de variadas técnicas de resgate, o condicionamento físico e psicológico do time, bem como o planejamento impecável das ações que serão executadas, podem garantir a segurança da equipe e provavelmente a do animal 10.

A devastação causada pela água durante um desastre é muitas vezes imensurável, dizimando bens materiais, mas também vidas humanas e animais. Devido à agressividade, intensidade, rapidez, extensão e duração com que as enchentes seguem seu curso, é muito difícil obter dados oficiais a respeito da quantidade de animais acometidos. Tal fato compromete o trabalho de preparação, logística e estratégia das equipes veterinárias para ações futuras, uma vez que o apoio de órgãos oficiais depende de justificativas e da comprovação de demanda documentada das situações ocorridas anteriormente – razão pela qual esse é um dos maiores desafios relativos aos desastres hidrometeorológicos envolvendo animais.

Experiência no estado do Espírito Santo

As enchentes em decorrência das fortes chuvas que devastaram diversos municípios na região sul do estado do Espírito Santo tiveram início na noite do dia 17 de janeiro de 2020. Após a destruição, quatro cidades declararam estado de calamidade pública: Iconha, Vargem Alta, Alfredo Chaves e Rio Novo do Sul; e dezesseis cidades declararam estado de emergência, dentre as quais as mais afetadas foram Cachoeiro do Itapemirim e Castelo. O Grupo de Resgate de Animais em Desastres (Grad-Brasil), subordinado ao Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (PNPDA), atuou na região sul do Espírito Santo por treze dias consecutivos. As primeiras equipes chegaram no dia 20 de janeiro de 2020, e a última deixou o estado no dia 2 de fevereiro de 2020.

Dois dias após os incidentes, a Equipe de Reconhecimento e Diagnóstico de Situação do Grad-Brasil chegou ao Espírito Santo e realizou a análise técnica dos dois municípios mais devastados, Iconha e Vargem Alta. Nessas duas regiões, a constatação foi de devastação imensurável, com alguns óbitos humanos confirmados e inúmeros relatos de pessoas dizendo ter visto centenas de animais arrastados pelas enxurradas, assim como incontáveis perdas materiais – comércio, casas, veículos, mobílias, etc. (Figuras 1, 2 e 3). A equipe entrou imediatamente em contato com os principais órgãos dos municípios em busca de apoio para a realização das operações. À medida que foi compreendendo a magnitude da situação e as reais demandas que deveriam ser priorizadas na ação, a equipe discutiu e elaborou, juntamente com o comando do Grad-Brasil, o planejamento preliminar de toda a estratégia a ser utilizada dali para a frente. Além das atuações nessas duas cidades, elaborou-se cuidadosamente um roteiro de ação na região sul do Espírito Santo, definindo-se que outras duas localidades seriam assistidas: Cachoeiro do Itapemirim e Castelo. O deslocamento das equipes, suprimentos e equipamentos entre os municípios se deu com o apoio de órgãos oficiais locais, que disponibilizaram seus veículos para isso.

Os municípios priorizados pelo grupo foram aqueles que apresentavam maior índice de destruição e demanda. O primeiro plano de ação baseou-se nas características geográficas e populacionais, nas características do acidente, nos recursos necessários para operar nas regiões afetadas, bem como nas demandas emergenciais dos animais atingidos de forma direta e indireta pela tragédia.

Por fim, ficou definido que as atividades de suporte técnico ficariam caracterizadas nas seguintes ações:

I) resgate técnico de animais em situação e/ou local de risco;

II) suporte médico-veterinário básico e avançado para os necessitados;

III) ação humanitária de distribuição de alimento para animais em áreas e bairros mais devastados e isolados pelas enchentes;

IV) imunização e controle de endo e ectoparasitas de cães e gatos (sendo os cães tratados com vacina V10 e antirrábica, e os gatos somente com vacina antirrábica). 

Um dos pontos-chave da atuação do Grad-Brasil no Espírito Santo foi o modo de organizar e operar todas as missões, baseado sempre no Procedimento Operacional Padrão do Sistema Integrado de Urgência e Emergência utilizado pelos Corpos de Bombeiros em todo o Brasil. Esse modo de operar já é bem consolidado entre os Corpos de Bombeiros militares estaduais, os integrantes da Defesa Civil e até mesmo alguns segmentos das Forças Armadas, visando sempre responder de maneira efetiva e organizada a situações de desastres. Buscando a inserção, o reconhecimento e espaço para a atuação profissional em conjunto com os órgãos oficiais em solo capixaba, a equipe de comando seguiu rigorosamente os pilares desse modus operandi, atuando em conjunto com o Sistema de Comando Integrado do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo. Desse modo, todas as ações do grupo tornaram-se mais efetivas, uma vez que diariamente eram coordenadas, discutidas e delineadas junto ao Comando do Corpo de Bombeiros, que lhes deu suporte total. Ademais, a oportunidade permitiu que se consolidasse também um Posto Médico-Veterinário de Campanha (PMVC) para o suporte inicial aos animais resgatados durante as operações (Figuras 3, 4 e 5).

Estabeleceu-se também uma logística para o encaminhamento de animais resgatados em estado grave a clínicas voluntárias parceiras de outras cidades, os quais demandariam uma intervenção mais avançada. Aqueles que se encontravam abandonados/negligenciados, porém sem alterações clínicas graves, após serem triados e avaliados no PMVC, eram encaminhados para lares temporários ou para Centros de Controle de Zoonoses próximos, para posteriormente serem disponibilizados para adoção.

Nos primeiros dias após o desastre, houve grande demanda por parte dos municípios inclusos nos planos de ação do Grad-Brasil. Com isso, parte da equipe foi deslocada para Iconha e parte para Vargem Alta, em uma ação simultânea que facultou a chegada mais rápida do suporte a todos os necessitados. Na cidade de Iconha houve resgate técnico e assistência médico-veterinária a alguns cães que apresentavam extensas feridas cutâneas, os quais foram assistidos no PMVC e posteriormente encaminhados a clínicas voluntárias parceiras de cidades próximas. Dois equinos com lacerações cutâneas também foram assistidos, sem demandar maiores intervenções. Também foram assistidos cães e gatos abandonados/negligenciados que estavam em locais de risco, difícil acesso ou isolados, e um número expressivo de animais foi encaminhado aos lares temporários. Vale ressaltar que, de todos os municípios em que houve atuação do grupo, Vargem Alta foi o que mais recebeu animais resgatados sem tutores. Concomitantemente a essas atividades, efetuou-se distribuição de ração para cães e gatos, e após a diminuição de demanda aguda de casos, iniciou-se a etapa de imunização maciça dos animais.

Três ações se destacaram no município de Vargem Alta (Figura 6). A primeira foi o resgate técnico de três cães na região do Morro do Sal que estavam em um local de altíssimo risco, condenado pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros, abandonados devido à remoção às pressas de seus tutores. A operação para devolver esses animais aos respectivos responsáveis demandou uma equipe multidisciplinar (dois médicos-veterinários, um bombeiro militar e dois técnicos em resgate animal), rigoroso planejamento, extrema cautela e execução impecável. Mesmo com o comportamento hostil e inúmeras tentativas de fuga desses cães, a equipe obteve êxito total ao final da missão, devolvendo-os aos seus tutores. A segunda e a terceira ação ocorreram durante uma patrulha para identificação de animais necessitados e distribuição de suprimentos. Na segunda ação, uma das equipes acessou um local denominado Sumidouro (área rural muito afastada da região urbana), identificando cerca de 30 famílias que se encontravam isoladas com seus animais – cães, gatos, aves e suínos (Figura 7). Na terceira ação, em região denominada Pombal Baixo, em patrulha a pé, a equipe acessou, por meio de uma estrada de terra praticamente destruída em decorrência de um deslizamento, uma casa onde habitavam uma senhora e seu filho enfermo, acamado com necessidades especiais, e seus animais – quatro cães e um gato.

Nessas duas últimas ações, além da imunização e do controle de endo e ectoparasitas de cães e gatos, foram distribuídos mantimentos às pessoas e aos animais. Ressalta-se que o primeiro acesso e o mapeamento dessas regiões isoladas foi feito pelas equipes do Grad-Brasil, que posteriormente enviaram as coordenadas ao Posto de Comando Integrado dos Bombeiros, propiciando a ação humanitária para essas famílias.

Na cidade de Cachoeiro do Itapemirim, os distritos de Pacotuba e Coutinho receberam assistência. A principal ação desempenhada nesses locais foi a distribuição de ração, bem como a imunização e a vermifugação maciças de pequenos animais. Somente um cão com anorexia e condição clínica desfavorável foi encaminhado a uma clínica veterinária para tratamento avançado. Na cidade de Castelo (última etapa da missão no estado do Espírito Santo) também foi solicitado o apoio dos órgãos oficiais do município. O Grad-Brasil realizou uma reunião com a Defesa Civil, a Secretaria do Meio Ambiente, a coordenação do curso de medicina veterinária da universidade local e também a OSC local de proteção animal (Figura 8). Foram mapeadas as principais regiões afetadas da cidade – os bairros de Garagem, Prainha, Niterói e Esplanada. As ações de maior impacto foram as de distribuição de ração, imunização, vermifugação e controle de ectoparasitas para cães e gatos, que contaram com a ajuda de diversos voluntários (Figura 9). A operação nessa cidade contou também com o apoio de uma clínica veterinária provida de recursos avançados para suporte de eventuais necessitados. Apesar de a operação ter atendido mais de 300 animais, apenas dois deles necessitaram de cuidados especiais, sendo um cão com avançado grau de anoxeria e desidratação, diagnosticado posteriormente com erliquiose, e outro com hérnia diafragmática e eventração.

Tanto durante as ações quanto ao final de toda a missão no Espírito Santo, os relatos de diversos moradores sobre cães e gatos atropelados por conta do caos instalado no trânsito local após o desastre chamaram a atenção das equipes do Grad-Brasil.

O saldo do trabalho no Espírito Santo foi positivo, uma vez que foram assistidos por meio de resgate técnico e/ou suporte clínico mais de 100 cães e gatos, 3 equinos e 7 suínos. Além disso, mais de mil cães e gatos receberam alimentos, bem como imunização e controle de endo e ectoparasitas. Aproximadamente 100 aves e 80 suínos também foram beneficiados com a distribuição de suprimentos (Figuras 10 e 11).


Considerações finais

Dentre todas as experiências vividas, podemos enfatizar que, mais importante e efetivo que as ações de linha de frente no campo, o planejamento prévio merece protagonismo e ganha grande destaque para a execução positiva das operações. O alinhamento de profissionais da área de medicina veterinária de desastres com órgãos oficiais municipais, estaduais e federais torna-se peça-chave para o sucesso e o cumprimento da missão.

Referências

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