“Efeito de ilha”: impacto das ações antrópicas nas zoonoses

A sobreposição e o íntimo contato de pessoas e animais em ilhas
podem proporcionar transmissão exacerbada de doenças

Introdução

As ações antrópicas associadas à inserção de animais domésticos em áreas públicas como parques e praias têm afetado o ciclo de doenças, particularmente zoonoses, com impacto na saúde pública, na fauna nativa e no ambiente natural. Áreas isoladas geograficamente, como ilhas, com sobreposição de seres humanos e animais, podem potencializar esse impacto, levando a um suposto “efeito de ilha” na transmissão exacerbada de doenças.

O termo “efeito de ilha” tem sido utilizado em diferentes significados para diferentes áreas, sempre como referência ao isolamento e ao isolacionismo:

1. efeito de ilha de calor urbano (urban heat island), que designa a distribuição espacial e temporal do campo de temperatura sobre a cidade, que apresenta um valor máximo, com distribuição de isotermas que lembra as curvas de nível da topografia de uma ilha, daí a origem do nome de “ilha de calor”;

2. efeito de ilha de isolamento (nut island effect), como um princípio de administração quando um time de profissionais se torna isolado e, por isso, diminui a sua eficiência;

3. regra ecogeográfica e bioevolutiva de Foster (Foster’s rule), também conhecida como regra da ilha ou efeito de ilha, em que populações de animais de ilhas isoladas mudam de tamanho 1.

Nesse sentido, o termo “efeito de ilha” tem por hipótese que a transmissão de patógenos pode ser favorecida e exacerbada no isolamento e pela exposição contínua em ilhas, uma vez que sua transmissão ambiental, alimentar ou por vetores pode ter um ciclo de ocorrência múltipla e diária (Figura 1).

“Praia amiga dos cães”

Recentemente, há uma demanda por parte dos banhistas que frequentam as praias e ilhas para que seja permitido aos tutores levarem seus cães. Essa iniciativa forçou os órgãos públicos a regulamentarem essa prática, dando origem ao termo “praias amigas dos cães”, do inglês “Pet Friendly Beaches”. Em alguns lugares do mundo, como em Miami, na Flórida, já é permitido que os cães acompanhados de seus tutores frequentem algumas praias públicas, com obrigatoriedade do uso de coleira e guias e recolhimento de dejetos dos animais. De acordo com a praia, é permitido que os animais fiquem soltos em horários estabelecidos.

No Brasil, algumas cidades litorâneas criaram leis que regulamentam ou proíbem a circulação dos animais. No Rio de Janeiro, foi aprovada em setembro de 2019 a Lei nº 6.642, que dispôs sobre a circulação e a permanência de cães nas praias do município 3.

Essa lei permitiu o acesso dos animais a todas as praias da cidade, desde que estejam de coleira e guia, que suas fezes sejam recolhidas e que os tutores apresentem a carteira de vacinação e desverminação atualizada. Muitas pessoas optam por levar animais domésticos para a praia, e, na maioria das vezes, desconhecem o risco de exposição a que estão expostos o próprio animal, os animais silvestres, os seres humanos e o meio ambiente 4.

Nesse contexto, em ambientes insulares pode haver também a introdução e o estabelecimento de patógenos, que se tornam por vezes endêmicos, expondo animais e seres humanos à contaminação.

Zoonoses em ilhas

As zoonoses são causadas por patógenos de origem bacteriana, fúngica, viral ou parasitária 5. Estas últimas estão entre as mais frequentes, geralmente associadas à presença de animais em ambientes frequentados por seres humanos, e apresentam alta prevalência, principalmente em áreas economicamente desfavorecidas 6,7,8.

Animais domésticos como cães e gatos em áreas geograficamente isoladas e em proximidade com unidades de conservação ambiental são considerados espécies exóticas invasoras e causam grandes prejuízos à fauna nativa (Figura 2) 9. Os principais impactos negativos são a competição por território, a predação de espécies nativas e a transmissão de patógenos, inclusive com potencial zoonótico 10.

Um exemplo da crescente prevalência de zoonoses em ilhas foi verificado com Toxoplasma gondii em populações de animais domésticos e sinantrópicos em Fernando de Noronha, estado de Pernambuco 11. A principal ilha do arquipélago é também a maior ilha oceânica brasileira, com seus 18.609 km2 de extensão 12. Desses, 11.270 hectares (70%) correspondem ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, uma unidade de conservação de proteção integral que objetiva preservar a fauna e a flora nativas 13. Apesar disso, seus mais de 3 mil habitantes possuem gatos, cães e cavalos como animais de estimação, além de criações semi-intensivas de suínos e gado 11.

Em estudo realizado com animais da ilha, um total de 248/348 (71,26%) gatos domiciliados e 150/247 (54,74%) gatos ferais amostrados tiveram resultados positivos para anticorpos anti-T. gondii, demonstrando o potencial de contaminação e disseminação ambiental com oocistos principalmente por gatos ferais, população sem cuidados de saúde e que aumentou mais de 40% nos últimos anos 11. O perfil endêmico de T. gondii em Fernando de Noronha foi sugerido devido à alta prevalência de anticorpos em diferentes espécies animais 11. Por exemplo, a prevalência em suínos foi de 14/27 (51,8%), e em ovelhas, de 204/240 (85%), superior à encontrada em outros estudos realizados no continente. Esses dados sugerem que a distribuição dos felinos domésticos em uma ilha pode estar associada a uma exposição maior ao T. gondii 11,13. Além disso, o clima quente e a ausência de grande variação de temperatura nessa ilha possibilitam a maior viabilidade de oocistos no ambiente, podendo resultar na infecção de um maior número de hospedeiros intermediários e definitivos 11,14.

Nesse sentido, outro estudo encontrou uma alta variabilidade genética de T. gondii em ratos-pretos (Rattus rattus), outra espécie exótica invasora com alta densidade populacional na ilha, demonstrando também que pode haver uma alta capacidade de adaptação, variação de expressão da virulência e, consequentemente, de patogenicidade desse protozoário em um ambiente insular 14.

Outra zoonose de interesse para a saúde pública e com ampla distribuição mundial, incluindo ilhas, é a toxocaríase. Doença tropical negligenciada, tem sido considerada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Atlanta (EUA) uma das cinco parasitoses prioritárias para ações de saúde pública 15. A enfermidade é ocasionada pela ingestão de ovos larvados dos nematódeos Toxocara canis e Toxocara cati, cujos hospedeiros definitivos são, respectivamente, o cão e o gato 6. Nesse cenário, o ser humano se comporta como hospedeiro acidental, pois o ciclo do parasito não se completa em seu organismo, já que a larva migra pelos órgãos sem se desenvolver, sendo por isso denominada Larva migrans visceral (LMV) 17.

As crianças são o grupo mais suscetível à infecção, pois têm maior contato com o solo, como em praias e parques, e o hábito de geofagia, considerados fatores de risco para a aquisição da doença, já que a principal via de transmissão se dá pela ingestão de ovos larvados presentes no solo 17-19. Outro fator de risco é a falta de higiene das mãos antes de se alimentar 17-19. A apresentação clínica da enfermidade é variável conforme o estado imunológico e a idade do paciente, com migração da larva principalmente para o fígado, os pulmões, o sistema nervoso central e os olhos, sendo classificada como toxocaríase visceral, ocular e neurotoxocaríase 16,20. Diferentes estudos têm mostrado a alta prevalência de anticorpos anti-Toxocara spp. em populações de países industrializados e em desenvolvimento 20.

No Brasil, observou-se uma variação de 4 a 65%, sendo que as maiores soroprevalências foram encontradas na Região Nordeste 5. A investigação ambiental tem demonstrado alta contaminação do solo por ovos de Toxocara spp., principalmente em áreas públicas de lazer, como é o caso de parques e praças 26. Isso se deve ao livre acesso de animais de companhia não desverminados a esses ambientes, favorecendo a contaminação humana e de outros animais. Em recente estudo realizado com 200 cães semidomiciliados e de abrigos em quatro ilhas turísticas da Grécia, 36/200 (18%) se mostraram positivos ao exame das fezes para pelo menos um endoparasita, sendo que os principais foram Toxocara canis e Ancylostoma spp. (Figura 3) 27.

Assim como citado para T. gondii, estudo recente encontrou alta variabilidade genética de Leptospira spp. em ilhas do oceano Índico, principalmente associada a ocorrência e permuta entre as diferentes espécies de hospedeiro 28. Além de T. gondii, Toxocara spp. e Leptospira spp., outros patógenos transmitidos por vetores causadores de febre maculosa e leishmaniose têm sido relatados em cães de ilhas, sugerindo o seu potencial zoonótico, já que eles compartilham os mesmos ambientes que os seres humanos 27. Ações clínicas e de pesquisa vêm sendo realizadas em ilhas oceânicas do Brasil com o objetivo de melhor elucidar a ocorrência do efeito de ilha e de buscar preveni-lo (Figuras 4 a 6).

Além das ilhas oceânicas, não se pode esquecer também das ilhas fluviais. Em estudo realizado na ilha de Marajó, localizada no estado do Pará, mais de 2/3 das lesões encontradas em carcaças de bovinos e bubalinos abatidos para consumo se mostraram positivas para Mycobacterium bovis e outras micobactérias não tuberculosas, sugerindo o alto risco de infectarem seres humanos 29. Dados como esses alertam para a possível ocorrência de zoonoses e efeito de ilha em outras ilhas fluviais, como as presentes, por exemplo, na macrobacia hidrográfica do rio São Francisco 0. Algumas dessas ilhas estão localizadas ao sul do município de Petrolina, PE, como Rodeadouro e Pedrinhas, balneários habitados por moradores, animais domésticos e nativos, e que também recebem a visita de milhares de turistas e seus animais de companhia 30.

Considerações finais

Embora os estudos realizados até o momento tenham contribuído para estabelecer a prevalência do encaminhamento de ações de controle e prevenção de doenças, particularmente de toxoplasmose, não houve até o momento um estudo mais abrangente que verificasse os fatores de risco associados à infecção em moradores e seus animais e à contaminação ambiental de praias e trilhas de ilhas.

A inserção de animais de companhia sem controle populacional e monitoramento sanitário em ilhas pode trazer prejuízos diversos para a fauna nativa, para o ambiente (condições higiênico-sanitárias das areias e das águas) e principalmente para os seres humanos. O ambiente propício, aliado à variabilidade de patógenos que podem ser compartilhados entre animais domésticos e silvestres em ilhas, pode exacerbar a transmissão desses patógenos e torná-los endêmicos. Estudos do impacto desses animais e inquéritos sorológicos para conhecer a prevalência de zoonoses são de suma importância para fornecer subsídios para intervenções de saúde pública e medicina preventiva em ilhas oceânicas.

Além disso, a precariedade nutricional e a falta de assistência médico-veterinária podem resultar em alto número de animais sem tratamento anti-helmíntico e vacinação, e, consequentemente, na manutenção de doenças que podem ser transmitidas aos seres humanos. Um exemplo é a liberação contínua de ovos de agentes de larva migrans (Toxocara spp. e Ancylostoma spp.) por cães e gatos não desverminados, que encontram um ambiente adequado para sobreviverem no solo quente e úmido de praias, favorável à transmissão do parasita ao homem.

Isto posto, a educação e a conscientização da população local e de turistas sobre os impactos de animais de companhia em ilhas localizadas em unidades de conservação ambiental são fundamentais para diminuir os fatores de riscos associados às doenças compartilhadas entre os animais silvestres, os animais domésticos e os seres humanos.

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