A teoria do elo – uma análise do conhecimento dos médicos-veterinários e a importância de sua aplicação

Liege Cristina Garcia da Silva

MV, CRMV-SP: 20.888

dra., profa.

Curso de Medicina Veterinária, UAM

liegegarcia@yahoo.com.br

 

Clara Inês Rihbani Conti

aluna de graduação

Curso de Medicina Veterinária, UAM

clara.rihbani@hotmail.com

 

Erik Oliveira Dellatorre

aluno de graduação

Curso de Medicina Veterinária, UAM

ableerik6@gmail.com

 

Lara Bolpete Ceccolini

aluna de graduação

Curso de Medicina Veterinária, UAM

laraceccolini@hotmail.com

 

Rebeca Precoma Carciofi

aluna de graduação

Curso de Medicina Veterinária, UAM

rebecaprecoma@hotmail.com

 

Artigo publicado na Clínica Veterinária, Ano XXVI, n. 151, março/abril, 2021

Nos últimos anos, estudos sobre a teoria do elo vêm se aprimorando ao redor do mundo, a fim de expor a sua relevância para a sociedade. A teoria do elo analisa a correlação entre a crueldade contra os animais e a violência interpessoal, sendo ela a causa principal de maus-tratos frequentemente observados na rotina da clínica veterinária. Com base em pesquisas realizadas principalmente na América do Norte, crianças vítimas de atos violentos, sejam eles físicos, morais, sexuais ou verbais, tendem a reproduzi-los contra os animais e até a se tornar potenciais agressores contra seres humanos. Uma parcela considerável dos infratores detidos por abuso sexual animal são os mesmos que abusam sexualmente de seres humanos, e em especial de menores de idade. Assim como os profissionais da saúde no geral, os médicos-veterinários são fundamentais para o diagnóstico e para o combate dessa sequência de atos agressivos a outros indivíduos 1.

As principais motivações que levam os agressores ao exercício desse ciclo de atrocidades são:

  • considerar os animais inferiores à espécie humana;

  • punir e corrigir comportamentos inadequados dos animais;

  • exprimir domínio contra o animal ou contra pessoa ligada a ele;

  • satisfazer o desejo movido por preconceito contra a espécie ou a raça específica ou para atingir pessoas por diversão 2,3.

Segundo o FBI, 80% dos assassinos iniciaram seus crimes maltratando animais 4.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como o uso de força física ou poder, em ameaça ou na prática, contra si próprio, contra outra pessoa ou contra um grupo ou comunidade que resulte ou possa resultar em sofrimento, morte, dano psicológico, desenvolvimento prejudicado ou privação 5. Uma pesquisa realizada no Rio de janeiro mostrou que 12,2% das vítimas de violência doméstica física corresponde a crianças. Desse total, em 60,6% dos casos, as mães dessas crianças também são agredidas 6.

A relação entre os animais e os seres humanos está cada vez mais interligada. As pessoas estabelecem um vínculo tão próximo com seus animais de estimação que os consideram como filhos. Devido a isso, é evidente que, conforme os sentimentos pelos animais se intensificam, também cresce com eles a probabilidade de esses animais serem submetidos a maus-tratos quando inseridos em uma dinâmica familiar conflituosa 7.

Casos de violência doméstica se tornam pretextos para posteriores ações de maus-tratos contra animais. Isso evidencia a necessidade de verificar os casos de violência como um todo e não apenas de modo individual. É imprescindível que essas ocorrências sejam exploradas minuciosamente, a fim de verificar a dinâmica familiar, investigar o histórico do infrator e analisar a fundo tanto o aspecto psicológico quanto o físico das vítimas, para que se possa, a partir disso, trabalhar melhor na prevenção desses casos e no tratamento adequado dessas pessoas 8. A incidência de ações de maus-tratos aos animais é indício de que a relação no âmbito familiar também está afetada 8. Isso serviria como um indicador de que provavelmente outros abusos estejam acontecendo naquele ambiente, tendo como vítimas mais plausíveis mulheres, crianças e idosos, além dos próprios animais já citados, que são os mais vulneráveis 9,10.

Em sua rotina clínica, os médicos-veterinários podem ser sentinelas na vigilância e na prevenção da violência contra animais e seres humanos, atentando para essa questão ao longo da triagem, da anamnese, do exame clínico e complementar, de forma a identificar rapidamente situações que sugiram um perfil de abuso, negligência, maus-tratos, e em especial a recorrência de casos provenientes de uma mesma família ou tutor.

A partir da análise da importância do conhecimento e da aplicação dos conceitos da teoria do elo na rotina clínica dos médicos-veterinários para reconhecimento e prevenção das situações de agressão doméstica e contra os animais, foi elaborada e enviada para clínicos veterinários uma entrevista com o fim de compreender seus conhecimentos, suas atitudes e capacidades de diagnóstico, e como meio de divulgar e estimular a atenção desses profissionais, para que denunciem e incluam essa prática tão necessária em suas consultas diárias 11. É importante ressaltar que a denúncia contra maus-tratos é legalizada pelo Art. 32 da Lei Federal nº. 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira de 5 de outubro de 1988.

Metodologia

A pesquisa foi realizada para analisar e compreender o grau de conhecimento dos médicos-veterinários a respeito da teoria do elo e também para fornecer mais informações, referências, esclarecimentos e estatísticas aos profissionais ao promover e divulgar dados pertinentes, objetivando chamar a atenção para o assunto na prática de suas consultas clínicas e para a adoção de uma conduta adequada em casos suspeitos, que evite prejuízos ou até omissão por receio. Pelo fato de a teoria do elo ser pouco conhecida, muitos profissionais não se sentem à vontade para denunciar casos de maus-tratos relacionados à violência familiar em lares com animais. A falta de política pública eficiente que inclua a violência contra os animais como indicador da violência familiar pode gerar um ciclo de vítimas e impunidade ao agressor.

A pesquisa buscou ainda divulgar e realçar a importância do conhecimento a respeito do assunto, do apoio tanto aos profissionais quanto às vítimas e da necessidade de alterar a condição das vítimas que passam despercebidas – muitas vezes pela banalização e pelo desconhecimento.

O estudo utilizou um formulário a partir da plataforma do Google Forms, direcionado apenas a médicos-veterinários, que consistia em sete perguntas gerais a respeito do seu prévio conhecimento sobre a teoria do elo e relativas ao tempo de carreira, faixa etária, gênero e localidade. Os profissionais foram direcionados, conforme suas respostas, a abas diferenciadas na mesma plataforma. Caso respondessem sim à pergunta: “Você já ouviu falar da teoria do elo?”, eles seriam encaminhados para uma página com nove perguntas acerca de como adquiriram informações sobre o tema, como o aplicam e se atentam para essa questão em seu cotidiano clínico. Caso respondessem não, seriam conduzidos a uma página com sete perguntas com questionamentos sobre a frequência e o modo como se comportariam em algum caso suspeito e sobre o possível aparecimento de ocorrências que se enquadrassem na teoria do elo.

Resultados

Para o estudo foram analisadas as respostas de 58 profissionais. O questionário elaborado foi dividido em duas partes; a primeira parte era composta pelos dados dos médicos-veterinários, e a segunda parte avaliava o conhecimento dos profissionais sobre a teoria do elo e sobre sua aplicação na rotina clínica.

Os profissionais informaram nome completo, email e faixa etária – 60,3% entre 20 e 30 anos; 24,1% de 31 a 40 anos; 10,3% de 41 a 50 anos; e 5,2% de 50 anos ou mais –; 84,5% dos participantes eram do sexo feminino, e 15,5% do sexo masculino; 69% eram da Região Sudeste, 20,7%, da Região Sul, 5,2%, da Região Norte, 3,4%, da Região Centro-Oeste, e 1,7% da Região Nordeste.

Em relação ao tempo de atuação em medicina veterinária, 74,1% atuavam havia 1 a 5 anos; 19%, 11 ou mais; e 6,9%, 6 a 10 anos. Em relação ao conhecimento sobre a teoria do elo, 53,4% responderam que nunca tinham ouvido falar sobre ela, e 46,6% disseram que conheciam o tema (Figura 1).

 

    Figura 1 – Conhecimento a respeito da teoria do elo

 

Para aqueles que conheciam a teoria do elo, à pergunta: “De que fonte você obteve a informação?’’, 74,1% responderam “palestras e congressos”; 40,7%, “internet ou redes sociais”; 37%, “livros, revistas ou artigos”; 33,3%, “colegas de profissão”; e 3,7% cada, “graduação”, “familiares” e “vivência na rotina clínica”.

O conhecimento dos profissionais a respeito da teoria do elo foi questionado em uma escala de 0 a 10, sendo 0 = nenhum conhecimento e 10 = conhecimento elevado. 22,5% assinalaram níveis de conhecimento 7 e 8; 11%, níveis 2 e 9; 7,4%, níveis 3, 5 e 10; 3,7%, níveis 0, 1 e 6. Não se encontraram entrevistados com nível 4 de conhecimento.

Em relação à aplicação dos conceitos da teoria do elo, 51,9% empregavam os conceitos em sua rotina e 48,1% não o faziam. Em relação ao modo como a teoria é colocada em prática na rotina, a maioria dos profissionais observava sinais clínicos nos animais e o comportamento dos tutores. Também na anamnese questionavam a respeito da rotina da casa, da relação interpessoal da família multiespécie e da inserção do animal nesse cenário.

A respeito da discussão com colegas, 63% deles não conversavam sobre o assunto, e 37%, sim. Em relação à experiência própria ou de algum colega na rotina clínica que envolvesse violência doméstica, 70,4% relataram não tê-la vivenciado, e 29,6%, sim.

Daqueles que relataram experiência ou conhecimento dela, foram relatados casos de zoofilia como: uma agressão sexual infantil cuja criança reproduziu a agressão a um animal; e uma denúncia à polícia por vizinhos por desconfiaça de que uma cadela sofria abuso sexual, em função dos sons agonizantes que o animal emitia. Também foi citado um caso em que o abusador era inimputável, por ser portador de doença mental. Houve ainda relatos de violência de agressores contra mulheres, filhos e animais.

Quanto à denúncia às autoridades, em 64,7% dos casos não houve denúncia, e 35,3% foram denunciados.

Quanto à habilidade para identificação de situação que envolve a teoria do elo, 77,8% se sentiam capazes de identificar animais e familiares que sofreram agressão física, enquanto 22,2% não.

Para os médicos-veterinários que disseram não conhecer a teoria do elo foram feitas perguntas diferentes, mas antes do questionário a teoria lhes foi explicada. À pergunta: “Você já passou ou conhece algum colega que tenha passado por alguma situação na clínica que envolvia violência doméstica ou abuso de vulneráveis ?’’, 83,9% responderam que não, e 16,1%, que sim.

Esses profissionais identificaram os seguintes casos de violência: um animal que foi agredido pelo marido da tutora, que por sua vez também era agredida por ele; e um outro tutor que ameaçou à esposa e ao médico-veterinário, sugerindo levar uma arma ao hospital veterinário.

A respeito das habilidades necessárias para identificar uma situação de maus-tratos, 77,4% sentiam-se capazes de identificar o cenário de agressão, e 22,6%, não.

A respeito da diferença entre ferimento acidental e agressão física, 71% sabiam diferenciá-los, e 29%, não. Sobre a importância da denúncia de agressão, 96,8% sabiam dessa importância, e 3,2%, não.

Quanto ao conhecimento a respeito dos canais de denúncia para esse tipo de agressão por parte dos não conhecedores da teoria, 80,6% não sabiam onde fazer a denúncia, e 19,4%, sim (Figura 2). Pela importância dessa informação, ao final do questionário informaram-se as formas de denúncia, tanto para maus-tratos aos animais como para vulneráveis.

 

Figura 2 – Conhecimento dos canais de denúncia para agressões contra animais e/ou vulneráveis

 

Discussão

Os resultados obtidos na pesquisa mostraram que a maioria (51,9%) dos médicos-veterinários, embora não tendo conhecimento específico sobre a teoria do elo ou não sabendo de sua existência, aplicam seus conceitos em suas rotinas clínicas, por meio da observação da linguagem não verbal durante a consulta e pelo interesse em entender a rotina e a dinâmica familiar dos tutores.

A faixa etária que mais conhece a teoria é a de 20 a 30 anos (60,3%), por se tratar de um assunto novo e ainda pouco discutido, sendo a maioria dos quais recém-formados (74,1%) e do sexo femininino (84,5%). Esse interesse poderia estar relacionado ao fato de as mulheres serem as mais afetadas pela violência doméstica 12.

A maior parte dos médicos-veterinários respondeu não ter conhecimento da teoria do elo (53,4%), e pouco menos da metade declarou saber da sua existência (46,6%). O questionário foi divulgado inicialmente por médicos-veterinários da medicina veterinária do coletivo, área de estudo na qual a teoria está inserida e isso pode ter influenciado os resultados, que podem ser ainda mais expressivos.

Palestras e congressos foram a principal fonte de informação dos participantes (74,1%), chamando a atenção dos profissionais veterinários para o assunto. Mesmo com notabilidade crescente, a maioria dos profissionais de saúde com conhecimento sobre a questão não conversam com colegas de profissão a respeito da teoria (63%), restringindo a divulgação da informação a um grupo específico.

Apenas 3,7% das informações foram obtidas na rotina clínica e na graduação, que deveriam ser fontes primárias de referência. O fato da teoria do elo não ser abordada durante a graduação, e não estar incluída na grade curricular do ensino da medicina veterinária é prejudicial para a formação do profissional, uma vez que a participação em eventos com esse conteúdo pode ser prejudicada pela dificuldade de locomoção, falta de recurso ou de conhecimento a respeito da ocorrência de tais eventos.

Entre os conhecedores da teoria do elo, 51,9% referiram aplicação e execução desses conceitos na prática clínica, enquanto 48,1% ainda não o fazem. Os motivos destacados para a não adoção apesar do conhecimento foram: receio de sua avaliação estar equivocada e acabar sofrendo um processo na justiça; falta de informação sobre a aplicação e/ou denúncia; medo de ameaça por parte do agressor; e falta de interesse do veterinário.

Quanto aos médicos-veterinários submetidos em suas rotinas clínicas a situações de violência doméstica, 64,7% optaram por não denunciar os casos de violência, evitando envolver-se nessas situações. A falta de envolvimento e de atenção do profissional pode estar relacionada ao desconhecimento da importância do seu papel na saúde pública e do reconhecimento da sua atuação para que se rompa a cadeia de violência, mas também ao receio das consequências dessa denúncia.

O caso de zoofilia envolvendo uma criança que reproduzia a violência no animal demonstra que uma criança vítima de violência tende a reproduzir os atos contra animais e sugere que poderá fazê-lo contra pessoas.

Os médicos-veterinários sem conhecimento acerca da teoria do elo relataram nunca terem percebido incidentes que envolvessem o abuso de vulneráveis; isso pode demonstrar o desconhecimento da correlação da violência entre animais e seres humanos.

Quanto à compreensão da relevância das denúncias, 96,8% responderam compreendê-la, mesmo não conhecendo a teoria do elo e seus conceitos. Contudo, esse desconhecimento pode levar a uma má avaliação da situação. O fato de não se relacionar a violência contra animais à violência doméstica reforça a necessidade de maior divulgação do assunto. A falta de informação é fator decisivo na atitude tomada pelos profissionais, dos quais 80,6% disseram não conhecer os canais de denúncia apropriados.

Considerações finais

A teoria do elo, embora ainda pouco conhecida e difundida, tem grande importância para a sociedade. O questionário revelou que a maior parte dos médicos-veterinários que participaram da pesquisa ainda não a conhecem ou não sabem como proceder para realizar a denúncia em casos de violência, o que demostra a dificuldade desses profissionais em diagnosticar ou prevenir situações de maus-tratos.

Um fator importante para a falta de conhecimento da teoria é o fato de ela não ser abordada durante a graduação. Assim, é essencial que se incentive a abordagem do tema, incluindo na grade curricular o ensino da medicina veterinária legal e da medicina veterinária do coletivo de maneira integral. Os futuros profissionais que tiverem esses conteúdos na sua formação poderão agir de maneira mais consistente e assim contribuir para a prevenção de futuros crimes contra animais e seres humanos.

É importante que o assunto seja difundido entre os profissionais que já estão atuando, principalmente os que trabalham na clínica de pequenos animais, onde surgem os casos mais recorrentes.

As instituições de segurança pública também devem receber treinamento específico, permitindo assim a realização de um trabalho conjunto que possibilitará o combate ao crime contra animais de maneira mais eficaz.

Para auxiliar a conscientização em relação à importância da denúncia, elaborou-se uma dinâmica que pode ser realizada online. Nela, o profissional é apresentado a uma situação-problema na rotina clínica e deve tomar decisões que influenciarão o destino dessa situação. A dinâmica pode ser acessada pelo link https://forms.gle/Gq3JpEc2ecDp9V6UA ou pelo QRCode ao lado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências
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